Barbie anos 80 e 90 tudo que toda Barbie hoje queria ser.
Depois da globalização e dos produtos “made in china”, a Barbie jamais será a mesma!
Saudade daquela Barbie feita com tecnologia da NASA, detalhes com precisão cirúrgica, material de ponta, roupas mundo real, desenhadas por estilitas de gente, tecido 900 fios egípcio, e jeito de “ficarei para suas netas”.
Eu sou do tempo que nenhuma Barbie custava menos de cem reais, todas usavam calcinha, tinham braços e pernas dobráveis nas juntas, inclusive nos pulsos, eram feitas de borracha, pesavam o suficiente para não sair voando pela jenela, usavam brincos, anéis, colares e sapatos que saíam do pé, e os membros não eram de encaixe.
Com o tempo, a única coisa que melhorou na Barbie foi a qualidade dos fios do cabelo e o preço (este por razões óbvias, já que todo o resto piorou.)
- Barbie, exagero dos anos 80, Paris.
- Barbie celebritity carpet
- Barbie Jeannie é um Gênio
- Barbie olimpíadas 1984
- Barbie dentista 80′s & 90′s
- Barbie white house Presidente/Senadora
- Jean Paul Gaultier 80′s
- Berlin gears up for fashion events.
- Jewellers dress Barbie for charity-Paris
- Barbie Jean Paul Gaultier 1985
- Mulher maravilha & Oscar
- Barbie 50 years celebration
Mas o que a “mattel” podia fazer?
As imitações passaram a ser regra e para concorrer com a original elas ficaram quase de graça.
-Oi, quer uma Barbie? Toma.
Com a abertura do mercado internacional, mão de obra oriental custo zero (sim nos presídios eles trabalham de graça), e a tecnologia ajudando material vagabundo a se transformar em qualquer coisa… Fica difícil concorrer com bonecas que chegam ao consumidor final por R$ 6,00.
A diferença de preço não passou a ser somente significante, pulou para 90%! Agora, o consumidor não precisava se dar ao trabalho de ficar em dúvida com os pesos dos fatores; preço x qualidade, porque não dava mais para colocar os dois produtos (original e imitação) na mesma balança. A diferença passou de significante para inatingível. Ou você compra uma Barbie ou seis outras bonecas da concorrência, e sendo o consumidor final crianças, onde o fascínio pela quantidade e variedade se sobrepõem a qualidade e durabilidade… A Barbie “paraguaylizou-se” para continuar no mercado, uma pena.
















